Livros

Quando lemos, entramos em um mundo mágico que é inteiramente nosso

sábado, 12 de março de 2011

Eu, o desaparecido e a morta

Bem, ai pelo nome já dá pra perceber que o livro é bem tenso, mas vamos lá. Não posso dizer que o livro é exatamente bom. Quer dizer, ele é praticamente bom. Ah! Sei que é confuso, então vamos acompanhar a linha do meu raciocínio: tudo começa quando o pai do protagonista Lucas Swain, desaparece misteriosamente e ninguém nunca mais tem notícias do cara; ou seja, ninguém sabe, ninguém viu. Beleza. Então, cinco anos depois o Lucas entra na agência de táxi e descobre uma urna onde há os restos mortais de uma pianista chamada Violet Park e, bem, do nada ele tem certeza de que a Violet está se comunicando com ele de alguma maneira. Ok, a partir dai eu pensei "Ih... o mino é meio doidinho". Mas então, quando você continua lendo você descobre que nada era o que parecia ser no começo. Falo sério, o final é surpreendente, então eu acho que indico sim esse livro.
Meio macabro velhinhas em urnas falarem com você,
J.