Livros

Quando lemos, entramos em um mundo mágico que é inteiramente nosso

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Garotas da Rua Beacon

Eu acho essa série fofinha. Ah gente, no fundo eu ainda sou uma menininha (embora ainda mais no fundo eu prefira batalhas épicas e sangrentas. Haha, adoooro). Eu gosto de todas as cinco GRB; a Charlotte, porque ela gosta de livros e estrelas assim como eu, além de escrever bem. A Katani porque, por mais que não parece para as pessoas que me conhecem, eu gostaria de aprender a costurar. E além do mais, eu simplesmento a-do-ro a personalidade forte da Katani, embora as vezes ela seja muito ciumenta e pise na bola de vez em quando. Avery também pisa na bola de vez em quando, mas eu gosto muito dela pela sinceridade que ela tem. Gosto da Maeve pela sua paixão por cinema e teatro e o lance de sempre estar envolvida em algum projeto social. E a Isabel, ela é muito meiga e desenha muito bem. É o tipo de pessoa que sempre está lá ao seu lado. Enfim, cada GRB é especial a seu modo. E eu gosto disso. Desse lance do tipo "Siga sua estrela".
Vamos a padaria dos Montoya!(delícia!),
J.

As Crônicas de Nárnia

Foi a primeira coleção que eu terminei sozinha. Quer dizer, não totalmente. Na época eu tinha sete anos e não gostava de ler sozinha, só lia quando a minha mãe lia pra mim. Então, quando foi lançar o primeiro filme, minha mãe comprou O Sobrinho do Mago (o primeiro livro das Crônicas de Nárnia) e leu para mim. Então depois ela comprou O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa e começou a ler para mim, mas ai, na parte mais emocionante do livro, ela simplesmente parou de ler e depois disso sempre que eu pedia para ela ler para mim, ela sempre inventava (como eu só fui descobrir uns anos depois) que estava ocupada. Até que um belo dia, eu com a minha impaciência, não aguentei mais a tensão e peguei o livro para ler sozinha. Mas ai o Aslam morreu e eu chorei. Muito. Dá um desconto, eu só tinha sete anos e achava o leão muito fofo. Sério pô, eu idolatrava aquele leão. VOLTANDO AO QUE INTERESSA; e foi assim que eu comecei a minha carrera como leitora. Hoje, quase sete anos depois daquele bendito dia, eu já li quase quinhentos livros (se não foi mais) e sou a maior nerd da minha sala. =) Moral da história: ... acho que não tem moral nisso. Ler é muito bom e ponto final. Hoje em dia eu não sei o que faria sem os meus livros.
Para frente e avante,
J.

As Crônicas/Guerras do Mundo Emerso

É simplesmente um dos melhores livros épicos de aventura que eu já li. Acho que é até melhor que Eragon! A história de As Crônicas do Mundo Emerso (que vem antes das Guerras do Mundo Emerso) fala sobre a primeira guerreira Nihal, da Terra do Vento e do grande mago Senar, da Terra do Mar. Junto com seus amigos, o gnomo Ido (da Terra dos Rochedos, embora ele se considere da Terra do Fogo), Laio (Terra da Noite), o dragão de Nihal, Oarf, e tantos outros que lutam para libertar o Mundo Emerso das garras do Tirano, um ser que ninguém, a não ser seus homens, já viu e que pretende destruir todas as oito terras do Mundo Emerso. Já as Guerras do Mundo Emerso se passa quarenta anos depois que Nihal derrubou o Tirano fazendo a paz voltar ao Mundo Emerso. Mas essa paz não durou muito. Com a partida de Nihal e Senar para as Terras Desconhecidas, a fundação da Guilda dos Assassinos, uma poderosa seita que cultua o sanguinário deus Theenar e os rumores de uma guerra próxima, as coisas voltam a complicar no Mundo Emerso. E daí que surge nossa heroína, uma menina da Terra do Sol chamada Dubhe, que após ter matado acidentalmente seu amigo de infância é banida de sua aldeia, condenada a vagar pelas florestas até a morte. Por irônia do destino, um assassino que foi treinado pela Guilda, mas que desertou, a encontra na floresta e acaba criando Dubhe como sicário. Mas eu não vou falar mais nada! Assim eu estrago a graça do livro. Leiam, pessoal, é uma aventura perfeita. E não se esqueçam que as Crônicas do Mundo Emerso vem ANTES das Guerras do Mundo Emerso. Eu cometi esse erro e fiquei meio que boiando na história de Dubhe. Mais uma coisa: a história de Dubhe começa quando ela já tem 17 ou 18 anos, mas depois tem uns capítulos falando sobre o passado dela (que não é nada alegra, diga-se de passagem).
Morte ao Tirano,
J.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Diário da Princesa e outras beldades de Meg Cabot

Não vou perder muito tempo falando desses livros. Peço que me desculpe, leitor que é fã dos livros da Meg, mas eu sinceramente acho todos esses muito sem graça. Tipo o Diário da Princesa; a Mia é a coisa mais sem personalidade que eu já vi na vida! Cara, ela entra em crise por tudo! Tipo, virei uma princesa de uma hora para outra. É o fim do mundo! E as amigas dela? Tipo, a Tina é super meiga, mas tão abestalhada... E a Lily, cara como eu odeio essa menina! Ela é o cão chupando manga, literalmente. Primeiro ela dá uma de melhor amiga da Mia. Ai, do nada, quando descobre que Mia é uma princesa, ela fica toda estranha para o lado dela. Depois tem a história do namorado dela (que eu esqueci o nome do infeliz) que ama ela de paixão, mas ai ela larga ele por um garçom que ela nem sabe de nada sobre ele! Depois, quando o garçom dá o fora nela, a Lilyidiota quer voltar com o antigo namorado que agora namora com a Tina. Ai, QUE ÓDIO! Como é que a Mia suporta aquela garota?? Ela é um demônio que nem assume os próprios erros. Vadia insuportavel! Mas o irmão dela é fofo. Adoro o Michael. Esse é o legal da Meg; ela cria sempre os caras perfeitos, mas sempre com personalidades diferentes (pelo menos isso, já que a história de cada livro é exatamente igual a outra).
Tchau Meg Cabot,
J.

A Mediadora

Foi o único livro que eu realmente gostei da Meg Cabot. Porque, cá entre nós,  o Diário da Princesa é o livro mais fraco de conteúdo que eu já vi e o resto é tudo a mesma história, só muda o nome dos personagens, a idade, profisão... Aff, fica parecendo novela mexicana! Já a Mediadora, eu simplesmente adorei, porque além de gostar de coisas sobrenaturais, eu adorei a Suzannah Simon, protagonista da história. Ela tem uma personalidade forte e é decidida, além de ter um humor negro muito hilário. Também gostei quando a Meg Cabot fez com que ela se apaixonasse pelo fantasma Jesse. Dá meio que um suspensa a coisa toda, porque você fica se perguntando: "Como será que eles vão ficar no final?". Enfim, eu achei muito bonitinho.
Nada como dar chute na bunda de fantasmas chatos,
J.

Percy Jackson e os Olimpianos

Muito hilário!! Se bem que o filme foi uma porcaria. Como eles puderam pegar um livro tão bom e transformar em um filme daquele? É um pecado! Achei a ideia do Rick Riordan muito legal. O lance de colocar todos os semi-deuses em um acampamento para treiná-los é muito legal. Também adorei os personagens principais; o Percy é aquele cara sarcástico que faz piada da situação mais desesperadora. A Annabeth tem meio que o estilo de sabichona da Hermione em HP, mas eu acho ela bem mais forte do que a segunda. Gostei também quando o autor colocou Nico di Ângelo como o filho de Hades e do imigo deles ser os Titãs em vez de Hades (que é sempre o cara do mal em todas as histórias da mitologia grega. Coitado, só porque ele guarda o Mundo dos Mortos!). Mas uma coisa que eu achei estranha foi a história do Grover. Tipo no primeiro e no segundo livro, ele era um dos principais, aparecia quase o tempo inteiro na trama toda. Ai, do nada, ele passa a ser um dos secundários que quase não aparece! Ele era tão engrançado... Quanto a Rachel, eu não gosto dela. Sem ofensa para vocês leitores que foram com a cara dela, mas eu acho que ela é meio como uma intrusa. Chata...
Duas moedas para o barqueiro,
J.

As chaves do Reino

É uma história muito interessante e diferente e segue um curso totalmente maluco. Tudo começa quando o frágil mortal chamado Artur Penhaligon é visitado por uma figura bizarra chamada Sr. Segundo-feira que se diz um dos Curadores da Casa. Legal hein? Você que já leu, sabe exatamente do que eu estou falando. Já você não leu, deve estar boiando. Desculpe-me, é meio que impossível para mim explicar ao pessoal que não leu sobre a história das Chaves do Reino. O quarto livro lançou a pouco tempo e fazia tanto tempo que eu havia lido o terceiro que agora eu estou boiando na história do quarto. Acho que vou ter que reler tudo de novo... Agora pro pessoal que leu, o que vocês acham que vai acontecer no final? Esse é o tipo de livro que você não espera aqueles finais de sempre, tipo "e eles viveram felizes para sempre" nem coisa do tipo.
Deixo em seus cuidados as Chaves do Reino,
J.