Livros

Quando lemos, entramos em um mundo mágico que é inteiramente nosso

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O Caçador de Pipas

Eu achei uma história muito triste. Dã, que afirmação idiota, é claro que é triste! Mas o pior é que eu li o livro, achei triste e não derramei nenhuma lágrima. Quando eu falei isso para as pessoas que leram, elas me olharam como se eu fosse uma alienígena. Eu estava falando com a minha professora sobre o livro e eu me lembro dela falando "Eu chorei lágrimas de horrores com esse livro!" e eu respondi: "Achei a história muito triste, mas eu não chorei não." E pronto, ela arregalou os olhos para o meu lado e me olhou como se eu fosse uma criatura perversa. Acho que foi porque O Caçador de Pipas não foi um dos meus livros favoritos, porque houve muitos livros que me deixaram emocionada, como Romeu e Julieta (a versão adaptada, claro) que eu chorei no final, chorei quando Sirius Black morreu em HP e quando eu achei que Stevie Rae havia morrido, eu chorei também. Também chorei quando soube que Nihal estava morta e resolvi nem ler Marley e Eu para poupar minhas lágrimas. Mas voltando para O Caçador de Pipas; eu fiquei com muita raiva do livro. Eu acho que Hassan deveria ter sobrevivido não Amir. Hassan foi quem passou por tudo e Amir era um covarde idiota que passava tudo para o amigo. Cara, se eu tivesse um amigo como Hassan, eu iria dar muito mais valor a ele do que Amir ou qualquer outro idiota teria dado.
Por você, eu faria isso mil vezes,
J.

Feios

Gostei muito do livro; é uma crítica implícita aos padrões de beleza de hoje em dia e, de um certo modo, critica a maneira como nós, "Enferrujados" como diriam Tally e seus amigos, estamos tratando nosso planeta. Achei a Tally uma ótima protagonista; sabe, o lance daquele tipo de menina que só conhecia os limites de um mundinho limitado, onde os adolescentes esperam completar 16 anos para passarem por uma cirurgia que os deixará literalmente Perfeitos. Tudo muda quando ela conhece Shay, uma garota que não quer se tornar Perfeita. Depois que Shay foge para Fumaça (uma cidade de humanos que não querem se submeter a operação), Tally fica em maus lençois quando as Circuntâcias Especiais (um grupo de Perfeitos frios e desalmados, literalmente) a obrigam a seguir e trair sua amiga Shay, se não Tally nunca vai realizar seu sonho de se transformar em Perfeita. Mas claro que, depois que nossa protagonista chega a Fumaça, ela não suporta a ideia de trair sua melhor amiga e o resto dos Enfumaçados, incluindo David, o menino por quem se apaixona. O resto vocês vão ter que ler para saber e, embora eu ainda não tenha terminado o segundo livro, acho que ainda vem muita confusão por ai.
A Fumaça vive,
J.

Poderosa

Digamos que seja bonzinho. Tipo, não que a Joana Dalva seja chata nem nada do tipo, mas sei lá... Ela quase não tem destaque mesmo sendo a principal do livro. Mas a ideia em si é muito legal; o lance de tudo que você escrever vira realidade, eu queria muito ter esse poder. E cá entre nós, eu usaria ele para mudar o mundo. Afinal de contas, pra que ter um poder super maneiro se você só usa para resolver problemas corriqueiros do cotidiano? Pô Joanaaaa, assim não dá né!
Para todas as garotas poderosas,
J.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A Trilogia(que não é mais trilogia) da Herança

Todo mundo conhece Eragon. Se não leu os livros, assistiu o filme, ou vice versa ou ambos. O filme foi um pecado assim como o de Percy Jacksom: não teve nada a ver com o livro. O primeiro livro foi muito, muito, muito massa. A fuga de Eragon e Saphira foi uma coisa inesquecível. O segundo (Eldest, sabe-se lá o que esse nome quer dizer) foi mais ou menos. Cá entre nós, os capítulos de Roran foram muito legais, mas os de Eragon, aff (bocejo), que treco parado e sem graça! Ele só fazia correr atrás da Arya que vivia dando patada nele, mas o boboca apaixonado não se ligava. Mas o final, foi muito bom. Principalmente com a história de Murtagh (que eu não vou falar aqui, porque vai perder a emoção para quem não leu). O terceiro foi muito bom até que exatamente na metade do livro, deu uma decaida e ficou muito chato, mas depois deu um solavanco e ficou muito bom de novo. O final foi tão emocionante! Mas ai, cadê o quarto livro? Cara, fala sério, parace que aquele Christopher escreve com o dedo dos pés, porque já vai fazer uns três anos que nem notícia do livro! Cadê o quarto livro??
We love dragons,
J.

Garotas da Rua Beacon

Eu acho essa série fofinha. Ah gente, no fundo eu ainda sou uma menininha (embora ainda mais no fundo eu prefira batalhas épicas e sangrentas. Haha, adoooro). Eu gosto de todas as cinco GRB; a Charlotte, porque ela gosta de livros e estrelas assim como eu, além de escrever bem. A Katani porque, por mais que não parece para as pessoas que me conhecem, eu gostaria de aprender a costurar. E além do mais, eu simplesmento a-do-ro a personalidade forte da Katani, embora as vezes ela seja muito ciumenta e pise na bola de vez em quando. Avery também pisa na bola de vez em quando, mas eu gosto muito dela pela sinceridade que ela tem. Gosto da Maeve pela sua paixão por cinema e teatro e o lance de sempre estar envolvida em algum projeto social. E a Isabel, ela é muito meiga e desenha muito bem. É o tipo de pessoa que sempre está lá ao seu lado. Enfim, cada GRB é especial a seu modo. E eu gosto disso. Desse lance do tipo "Siga sua estrela".
Vamos a padaria dos Montoya!(delícia!),
J.

As Crônicas de Nárnia

Foi a primeira coleção que eu terminei sozinha. Quer dizer, não totalmente. Na época eu tinha sete anos e não gostava de ler sozinha, só lia quando a minha mãe lia pra mim. Então, quando foi lançar o primeiro filme, minha mãe comprou O Sobrinho do Mago (o primeiro livro das Crônicas de Nárnia) e leu para mim. Então depois ela comprou O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa e começou a ler para mim, mas ai, na parte mais emocionante do livro, ela simplesmente parou de ler e depois disso sempre que eu pedia para ela ler para mim, ela sempre inventava (como eu só fui descobrir uns anos depois) que estava ocupada. Até que um belo dia, eu com a minha impaciência, não aguentei mais a tensão e peguei o livro para ler sozinha. Mas ai o Aslam morreu e eu chorei. Muito. Dá um desconto, eu só tinha sete anos e achava o leão muito fofo. Sério pô, eu idolatrava aquele leão. VOLTANDO AO QUE INTERESSA; e foi assim que eu comecei a minha carrera como leitora. Hoje, quase sete anos depois daquele bendito dia, eu já li quase quinhentos livros (se não foi mais) e sou a maior nerd da minha sala. =) Moral da história: ... acho que não tem moral nisso. Ler é muito bom e ponto final. Hoje em dia eu não sei o que faria sem os meus livros.
Para frente e avante,
J.

As Crônicas/Guerras do Mundo Emerso

É simplesmente um dos melhores livros épicos de aventura que eu já li. Acho que é até melhor que Eragon! A história de As Crônicas do Mundo Emerso (que vem antes das Guerras do Mundo Emerso) fala sobre a primeira guerreira Nihal, da Terra do Vento e do grande mago Senar, da Terra do Mar. Junto com seus amigos, o gnomo Ido (da Terra dos Rochedos, embora ele se considere da Terra do Fogo), Laio (Terra da Noite), o dragão de Nihal, Oarf, e tantos outros que lutam para libertar o Mundo Emerso das garras do Tirano, um ser que ninguém, a não ser seus homens, já viu e que pretende destruir todas as oito terras do Mundo Emerso. Já as Guerras do Mundo Emerso se passa quarenta anos depois que Nihal derrubou o Tirano fazendo a paz voltar ao Mundo Emerso. Mas essa paz não durou muito. Com a partida de Nihal e Senar para as Terras Desconhecidas, a fundação da Guilda dos Assassinos, uma poderosa seita que cultua o sanguinário deus Theenar e os rumores de uma guerra próxima, as coisas voltam a complicar no Mundo Emerso. E daí que surge nossa heroína, uma menina da Terra do Sol chamada Dubhe, que após ter matado acidentalmente seu amigo de infância é banida de sua aldeia, condenada a vagar pelas florestas até a morte. Por irônia do destino, um assassino que foi treinado pela Guilda, mas que desertou, a encontra na floresta e acaba criando Dubhe como sicário. Mas eu não vou falar mais nada! Assim eu estrago a graça do livro. Leiam, pessoal, é uma aventura perfeita. E não se esqueçam que as Crônicas do Mundo Emerso vem ANTES das Guerras do Mundo Emerso. Eu cometi esse erro e fiquei meio que boiando na história de Dubhe. Mais uma coisa: a história de Dubhe começa quando ela já tem 17 ou 18 anos, mas depois tem uns capítulos falando sobre o passado dela (que não é nada alegra, diga-se de passagem).
Morte ao Tirano,
J.