Livros

Quando lemos, entramos em um mundo mágico que é inteiramente nosso

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Diário da Princesa e outras beldades de Meg Cabot

Não vou perder muito tempo falando desses livros. Peço que me desculpe, leitor que é fã dos livros da Meg, mas eu sinceramente acho todos esses muito sem graça. Tipo o Diário da Princesa; a Mia é a coisa mais sem personalidade que eu já vi na vida! Cara, ela entra em crise por tudo! Tipo, virei uma princesa de uma hora para outra. É o fim do mundo! E as amigas dela? Tipo, a Tina é super meiga, mas tão abestalhada... E a Lily, cara como eu odeio essa menina! Ela é o cão chupando manga, literalmente. Primeiro ela dá uma de melhor amiga da Mia. Ai, do nada, quando descobre que Mia é uma princesa, ela fica toda estranha para o lado dela. Depois tem a história do namorado dela (que eu esqueci o nome do infeliz) que ama ela de paixão, mas ai ela larga ele por um garçom que ela nem sabe de nada sobre ele! Depois, quando o garçom dá o fora nela, a Lilyidiota quer voltar com o antigo namorado que agora namora com a Tina. Ai, QUE ÓDIO! Como é que a Mia suporta aquela garota?? Ela é um demônio que nem assume os próprios erros. Vadia insuportavel! Mas o irmão dela é fofo. Adoro o Michael. Esse é o legal da Meg; ela cria sempre os caras perfeitos, mas sempre com personalidades diferentes (pelo menos isso, já que a história de cada livro é exatamente igual a outra).
Tchau Meg Cabot,
J.

A Mediadora

Foi o único livro que eu realmente gostei da Meg Cabot. Porque, cá entre nós,  o Diário da Princesa é o livro mais fraco de conteúdo que eu já vi e o resto é tudo a mesma história, só muda o nome dos personagens, a idade, profisão... Aff, fica parecendo novela mexicana! Já a Mediadora, eu simplesmente adorei, porque além de gostar de coisas sobrenaturais, eu adorei a Suzannah Simon, protagonista da história. Ela tem uma personalidade forte e é decidida, além de ter um humor negro muito hilário. Também gostei quando a Meg Cabot fez com que ela se apaixonasse pelo fantasma Jesse. Dá meio que um suspensa a coisa toda, porque você fica se perguntando: "Como será que eles vão ficar no final?". Enfim, eu achei muito bonitinho.
Nada como dar chute na bunda de fantasmas chatos,
J.

Percy Jackson e os Olimpianos

Muito hilário!! Se bem que o filme foi uma porcaria. Como eles puderam pegar um livro tão bom e transformar em um filme daquele? É um pecado! Achei a ideia do Rick Riordan muito legal. O lance de colocar todos os semi-deuses em um acampamento para treiná-los é muito legal. Também adorei os personagens principais; o Percy é aquele cara sarcástico que faz piada da situação mais desesperadora. A Annabeth tem meio que o estilo de sabichona da Hermione em HP, mas eu acho ela bem mais forte do que a segunda. Gostei também quando o autor colocou Nico di Ângelo como o filho de Hades e do imigo deles ser os Titãs em vez de Hades (que é sempre o cara do mal em todas as histórias da mitologia grega. Coitado, só porque ele guarda o Mundo dos Mortos!). Mas uma coisa que eu achei estranha foi a história do Grover. Tipo no primeiro e no segundo livro, ele era um dos principais, aparecia quase o tempo inteiro na trama toda. Ai, do nada, ele passa a ser um dos secundários que quase não aparece! Ele era tão engrançado... Quanto a Rachel, eu não gosto dela. Sem ofensa para vocês leitores que foram com a cara dela, mas eu acho que ela é meio como uma intrusa. Chata...
Duas moedas para o barqueiro,
J.

As chaves do Reino

É uma história muito interessante e diferente e segue um curso totalmente maluco. Tudo começa quando o frágil mortal chamado Artur Penhaligon é visitado por uma figura bizarra chamada Sr. Segundo-feira que se diz um dos Curadores da Casa. Legal hein? Você que já leu, sabe exatamente do que eu estou falando. Já você não leu, deve estar boiando. Desculpe-me, é meio que impossível para mim explicar ao pessoal que não leu sobre a história das Chaves do Reino. O quarto livro lançou a pouco tempo e fazia tanto tempo que eu havia lido o terceiro que agora eu estou boiando na história do quarto. Acho que vou ter que reler tudo de novo... Agora pro pessoal que leu, o que vocês acham que vai acontecer no final? Esse é o tipo de livro que você não espera aqueles finais de sempre, tipo "e eles viveram felizes para sempre" nem coisa do tipo.
Deixo em seus cuidados as Chaves do Reino,
J.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Escuridão

Também tem um começo chato, mas depois é emocionante. Sinceramente, eu ainda não entendi se a história fala sobre criminalidade e seitas satânicas ou sobre coisas sobrenaturais e inexplicaveis. Mas cabe a você decidir isso. A trama em si é muito envolvente e começa quando a protagonista Alma compra um caderno roxo por impulso em uma loja e depois preve e escreve três assassinatos cometidos por uma seita satânica (pelo menos, é o que ela acha), lida com crises de duas de suas melhores amigas, descobre um segredo obscuro de Agatha, tem que fugir de homens de preto que a seguem pelo que ela escreve no caderno roxo e ainda tem que lidar com Morgan, um cara misterioso que parece saber de tudo que está acontecendo na vida de Alma. Muito emocionante e cheio de suspense e mistérios que vão te deixar louco pelo livro do início ao fim.
Não compre o caderno roxo,
J.

Calafrio

Tem uma história bonitinha, como um romance perfeito, mas realmente não é um livro muito marcante. Conta a história de Grace, uma adolescente que vive na pacata Mercy Falls, mas que tem a vida mudada quando é sequestrada por uma alcateia de lobos aos 7 anos de idade. Nesse episódio que marcou sua vida para sempre, ela é salva por um lobo de olhos amarelados e muito humanos que, depois de salva-la, aparece sempre para vigia-la de longe. Anos depois, ela descobre que esse lobo na verdade é um menino chamado Sam que é vítima da maldição do lobisomem e que só tem mais um inverno antes de virar lobo e não voltar nunca mais para a forma humana. Desesperada, Grace vai tentar de tudo para achar uma cura antes de perder Sam para sempre.
Se você for vítima da maldição de lobisomem, não saia no frio,
J.

Mundo de Tinta

Todo mundo conhece Coração de Tinta, o primeiro livro da série Mundo de Tinta. É uma série de tirar o fôlego com seus mistérios e reviravoltas vividos por Meggie, a filha de um encardenador que descobre ser capaz de fazer com que os personegens dos livros saiam para fora da história (dom que ela herdou de seu pai, que ela carinhosamente chama de Mo). Depois da visita de Dedo Empoeirado, personagem que Mo arrancou de um livro muitos anos antes, as coisas na vida da filha de Língua Encantada tomam um rumo totalmente inesperado onde eles lutam contra um vilão saído do mesmo livro que Dedo Empoeirado saiu, reencontram a mãe de Meggie, entram no livro Coração de Tinta e tem papéis principais dentro dessa história.
Cuidado com o que você lê,
J.